a Lady With a Bug

Praticando a terapia do desabafo…

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Caminho certo!

Esse negócio de Facebook e Twitter acabou me deixando meio preguiçosa pra Blog, porque no final das contas eu acabo escrevendo um pouquinho de tudo durante o dia…mas nada como uma página em branco, sem limite de caracteres para falar um monte…

Reviravoltas no trabalho, coisas boas vindo por aí depois de um rápido susto…mas como eu sempre digo, nem toda mudança é negativa. É preciso aproveitar o que cada fase tem de bom para comemorar e o que tem de ruim…sempre serve de aprendizagem.
E é tão bom quando seu trabalho rende elogios de clientes…sinal de que acreditar em alguém que nunca tinha trabalhado em agência pode dar certo!!! Eternamente grata à minha amiga “baranga” que me indicou há 2 anos atrás…
Ano que vem quero fazer curso de alguma coisa, acho que pra retribuir a confiança com qualificação…vou pesquisar. E quem sabe um dia ainda perco o pânico de apresentações?!?!
O bom de fazer o que se gosta é realmente não ligar em falar de trabalho aos domingos…lógico, nada que vire hábito, mas não me pego pensando: putz, que saco! Isso é bom demais, sinal que apesar de duas faculdades (uma incompleta) que nunca tiveram nada a ver comigo, estou no caminho certo!!!
Por enquanto é só.

Orgulho dos meus amigos!

Olha, eu tenho muito orgulho de vários amigos meus, por zilhões de motivos: por serem alto astral quando a vida tenta derrubar tirando pessoas queridas, por serem profissionais incríveis, por serem ótimos pais/mães/amigos/filhos, por serem extremamente inteligentes e humildes apesar disso….
Mas esta semana teve um tempero especial, quando um amigo/cliente/parceiro saiu da agência que trabalhava, por N motivos, e resolveu enviar um email de despedida, como a maioria de nós sempre quis mandar mas não teve coragem….por N motivos…..
Pedi autorização para publicar, então…..Divirtam-se!!!
(emails e telefone foram trocados para garantir o mínimo de privacidade…)

Assunto: Coito (anal, hardcore e não concedido) interrompido – Redux 

Respeitável público, é chegada hora da cortina baixar, mas para quem fica, o espetáculo tem que continuar.25 kilos atrás eu começava neste picadeiro e hoje é meu último dia. Durante a minha estada debaixo da lona fiz muita coisa interessante. Girei pratos, domei leões, usei nariz vermelho, toquei eventos, organizei concursos, trabalhei em promoções, produzi sites, criei as escondidas, atendi, planejei, pesquisei, fiz plano de mídia, preenchi claquetes, produzi filmes e spots de rádio, enviei material para os veículos, bolei e ajustei títulos, arrumei layouts, elaborei e revisei contratos, contratei celebridades, negociei com empresas de design, de CRM, de telemarketing, de tecnologia, etc. Tudo isso me mostrou algo muito importante, mas não foi a minha capacidade e sim a incapacidade desta agência. Continuar seria assinar um atestado que prefiro deixar para os equilibristas.

Falando em corda bamba, é divertido ver como as coisas de criança perderam a graça, mas que, ironicamente, o inverso também é verdadeiro. Quando pequeno, na ausência da isoladora internet e tv a cabo, os familiares se reuniam sentados na sala, em frente a única Telefunken da casa, para assistir os programas de calouro e comédia. Trapalhões, A Praça é Nossa, Chico Anysio Show, Viva o Gordo divertiam as famílias brasileiras. Mas havia um quadro do Chico Anysio que tirava gargalhadas dos mais velhos e que particularmente achava um saco. Hoje lembro e rio. A câmera dava um zoom na mão dele em frente a cara, e com o dedo indicador quase encostando no polegar ele dizia: “E o salário óoohhh”. Tragicômico e atual.

Tão atual quanto os criativos que quando cansaram de mexer com propaganda, começaram a criar e julgar prêmios para criativos que ainda acreditam criar alguma coisa. Se algum de vocês virarem um desses caras, me ajudem criando algumas categorias de prêmios que posso ter alguma chance. Aí vão:

1. O não-atendimento que mais veiculou peças;
2. O não-atendimento que veiculou mais peças do que muito atendimento;

Para muitos o meu trabalho era uma incógnita, muitas foram as vezes as quais me perguntavam o que eu fazia. Então para que não haja mais dúvidas e não precise escrever mais uma vez parágrafos e parágrafos de atribuições e escopo do meu departamento, resumirei em poucas palavras: fazer tudo aquilo que ninguém gosta, quer ou sabe fazer.

No corredor da morte, todos têm direito a escolher o prato da última refeição. Eu, no corredor da vida, gostaria que o Gil preparasse aquele invejado misto da diretoria. Se possível com queijo light e peito de peru.

Sentirei saudades individuais, mas não do coletivo. E como nunca fui de participar dos almoços e happyhours, não será agora que deixarei meus contatos para tomarmos um choppinho, mas se um dia, em uma empresa com comando, precisarem de um mídia, meu telefone é: xxxx-xxxx; se precisarem de um RTV, meu email é:

yyyyyyyy@gmail.com; se precisarem de um produtor de qualquer coisa, meu msn é: ttttttttttt@hotmail.com; se precisarem de um criativo, meu twitter é: “blablabla”; e por fim, se precisarem de um atendimento, por favor não me procurem.


P.S. – Bernard, um café e a conta s’il vous plaît!!!!!
Boa sorte na nova fase!
Por enquanto é só.

Cantando a música da Novela

A intenção era apenas testar o funcionamento do sistema do novo site que fizemos para um cliente, mas meu vídeo simplesmente bombou no youtube!!!!
Acho que minha divulgação funcionou, eba…

Para quem quiser brincar tb: http://www.colecaocaminhodasindias.com.br

Por enquanto é só.

Turbilhão

Impressionante como a vida da gente pode dar reviravoltas inesperadas, não planejadas, e que nem sempre são positivas, e algumas vezes chegam a ser cruéis, mas que reservam sempre um lado otimista no final.

Nos últimos 15 dias eu senti tanta coisa diferente, entre raiva, frustração, tristeza, insegurança, humilhação, compaixão, ansiedade, expectativa, alegria, satisfação., realização….dificil entender como tudo isso cabe dentro da gente em tão pouco tempo!

E tudo isso misturado em ambiente de trabalho, amigos, familia……que aliás, agradeço todos os dias por me “suportar”, no real sentido de suporte mesmo, pois sem meus anjos da guarda eu não teria passado ilesa desses ultimos dias.

O que causou todo esse turbilhão de sentimentos distintos???

  • perceber que o trabalho novo não era exatamente o que eu buscava, me levando para longe do que eu quero para mim, tanto profissionalmente como emocionalmente;
  • reencontrar uma amiga querida, depois de tanto tempo, no velório da filha de 4 anos, e não na festinha de aniversario dela como havia sido planejado para uma semana depois;
  • descobrir que um ídolo, alem de amigo, também pode virar seu fã;
  • conseguir dar um parabens especial para o filhote, que fez 4 anos, apesar de toda a encrenca financeira que vem vindo ao meu redor;
  • perceber que não existe perfeição, ou casal ideal, não interessa a nacionalidade……quando não é para ser, pelo menos que “não seja” em territorio nacional;
  • entender que apesar do que as aparencias nos levam a crer, tem sempre um detalhe que não foi mencionado e que muda completamente as coisas…ou o estado civil, por exemplo;
  • relembrar que não importa o que aconteça, eu tenho uma familia incrivel, amigos que realmente gostam de mim (ou disfarçam muito bem), e que tudo ainda vai dar certo!!!!!

Alguém se interessa pelo meu CV?!?!?

Por enquanto é só.

McFLY, tudo junto!!!!

Gente, não creio que bati recorde de comentários com o post sobre o show do McFly (aprendi que se escreve junto…)

Como não consegui responder individualmente para todas as fãs indignadas, vamos lá…

– Em hora nenhuma eu questiono a qualidade da banda, mesmo porque eu nunca ouvi o trabalho deles……só foi um desabafo por 2 dias de dificil acesso ao meu trabalho;

– Acho que todo mundo tem liberdade para gostar da música que quiser (minha sobrinha tb foi no show), e eu não tenho obrigação de conhecer todas as bandas do mundo….

– Nós que TRABALHAMOS na Vila Olimpia temos muito o que fazer, por isso a irritação em não conseguir chegar/sair do escritório….não tenho culpa se tiveram que pegar 3 tipos de condução para ficar um dia inteiro na fila….

– Acho que o nosso direito acaba quando começa o do próximo, e respeito deve ser aprendido desde cedo, não importa de onde se vem, ou onde estamos: as ruas ao redor do Via Funchal ficaram lotadas de lixo no chão, de gente que nao deixava os carros sairem dos estacionamentos, de uma gritaria louca cada vez que uma van passava (poderiam ser os músicos).

Eu tô pouco me lixando se os caras bateram os Beatles em números de discos vendidos, sorry, isso não muda minha vida.
Agora, se eu tenho que atrasar uma hora no transito, ficando menos tempo com o meu filho, isso me irrita, e vai me irritar sempre….então, podem me xingar à vontade, voltem sempre!!!!

Por enquanto é só.

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